quinta-feira, julho 24, 2008
Mais respostas a ninguém
A Signorina Contessa pergunta jocosamente ao Marxóide Promíscuo se ele não lhe arrumaria um emprego na fabricação de bebidas alcoólicas. Ele jocosamente lhe responde perguntando se ela queria cortar cana. Eu responderia algo assim: "Na fabricação de alcoólicos? Eu gostaria de fazer como nos romances: te seqüestrar da casa de teus pais e te levar para algum canto perdido na Itália, onde teríamos uma pequena vinícola, e passaríamos o tempo perdidos do mundo, bebendo vinho, escutando Boccherini e Viotti, lendo Ariosto e Petrarca. Mas te sabendo pouco amiga do vinho e da vida bucólica, o que eu faria é te arrumar um belo emprego em algum fabricante de vodca. Iríamos para São Petersburgo, e no verão caminharíamos sob o sol noturno ao longo do Nevá, e no inverno iríamos ao balé ou ficaríamos quietos em casa, longe do frio, tomando chá e lendo Púshkin. Hein, que te parece?"
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